sexta-feira, 16 de setembro de 2016

ESPÍRITO SANTO PARANAENSE

"Espírito Santo Paranaense"
Acrílica s/tela - 60 x 60 cm

Trabalho que compõe a coletiva de arte "Memórias Afetivas" no Museu Paranaense, em comemoração aos 140 anos do Museu Paranaense.

A obra expressa a religiosidade de um povo, e está representada pelo Espírito Santo através da gralha azul, ave símbolo do Estado do Paraná, substituindo a tradicional pomba branca.
 A Gralha segura um pinhão no bico e em seu corpo traz a pintura em nuances azuis de Babuszki, demonstrando a influência da cultura eslava no Paraná. A ave repousa sobre a calçada em petit-pavé pinhão, remetendo a tradicional Rua XV ou Rua das Flores em Curitiba, onde papoulas a emolduram e  se traduzem como símbolo da flora eslava estampada em trajes típicos poloneses e ucranianos.
Os raios divinos estão representados pelos lambrequins em verde, típico adorno dos beirais das casas em madeira dos imigrantes.  A ambientação do último plano contém pinhões das ruas curitibanas e profusão de papoulas. 


“MEMÓRIAS AFETIVAS”
Exposição de Artes Visuais em comemoração aos 140 anos do Museu Paranaense
Local: Museu Paranaense | Auditório Loureiro Fernandes
Abertura: dia 23/09 às 17h
Visitação: De 23/09 a 13/11/2016
Endereço: Rua Kellers, 289 - Alto São Francisco, Curitiba - PR, 80410-100
Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 9h às 18h. Sábado, domingo e feriado, das 10h às 16h.


ARTE POSTAL COMEMORATIVA - 130 ANOS DO CENTRO ESTADUAL DE CAPACITAÇÃO EM ARTES GUIDO VIARO

"Janela do Tempo"
Mista s/papel cartão
15 x 10 cm
Arte Postal comemorativa

A Mostra acontece 24/09 às 20h


História do CECAGV

terça-feira, 13 de setembro de 2016

"BABUSZKIANDO" NO BISA BASÍLIO CAFÉ


“Babuszkiando” é uma coletânea lúdica com influência eslava, onde o artista expressa seu icônico e preferido tema pictórico numa homenagem as grandes mulheres do mundo, sendo pinturas, artistas, atrizes, lendas e demais personalidades femininas elaboradas em cenários paranistas na forma de Matryoszkas e Babuszkas.  
Os bidimensionais de Eloir exteriorizam a riqueza cultural das milenares Ucrânia e Polônia, e suas personagens incorporam esta figuração geométrica em harmonia com gralhas azuis e pinhões, remetendo a gênese da colonização paranaense.   



SERVIÇO:
Exposição "BABUSZKIANDO” de Eloir Jr.
Local: Bisa Basílio Café
Visitação: 01 a 30/09
De segunda-feira a sábado das 10h às 20h
Endereço: Rua Coronel Dulcídio, 1822 - Água Verde
Curitiba-PR
Fone: 41 - 3528-6220
Entrada Franca


terça-feira, 23 de agosto de 2016

"BABUSZKAS VESTEM JADWIGA GRABOWSKA"


“BABUSZKAS VESTEM JADWIGA GRABOWSKA” na Galeria de Arte Erich Herbert Will em União da Vitória - PR

Retratoa em meu trabalho, um desfile de babuszkas vestindo modelos criados por Jadwiga Grabowska, importante e histórica estilista da Moda Polonesa.
Jadwiga Grabowska (1898-1988) nasceu no berço de uma família rica e judia de Varsóvia. Muito culta e poliglota, a estilista foi considerada historicamente como a Coco Chanel da Polônia, primeira dama e Imperatriz da moda polonesa, trabalhou como diretora artística e foi fundadora da loja de trajes e acessórios Moda Polska. Lançou grandes coleções pós guerra, entre as décadas de 1950 a 1970 e ensinou comportamento, etiqueta e sentido do paladar, despertando nas mulheres polonesas a necessidade da elegância. Sua principal vestimenta e característica pessoal era usar saia e casaco em tweed, um belo broche e turbante de seda como adereço de cabeça.

Artista: Eloir Jr.
Técnica: Mista s/tela
Dimensão: 50x40 cm
Ano: 2016


SERVIÇO:
Exposição: “O Surreal Polonês aos Olhos da Arte”
Local: Galeria de Arte Erich Herbert Will
Endereço: Praça Visconde de Nácar, S/N – União da Vitória –PR
Data: 24/08/2016 às 20h
A exposição permanece por duas semanas.
Entrada Gratuita

Convite

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

PAYANKI - Pająki (em polonês)

Fotografia: Grabriela Sekula

PAYANKI em polonês Pająki, significa aranhas, mas no sentido artístico, são os globos confeccionados com flores e fitas em papel colocado no centro de uma sala, onde as fitas estendem-se em ondas pelo teto como se fossem patas de aranhas. 

O primeiro e mais antigo Payanki era confeccionado com recortes de papel (wycinanki) e chamado de mundo (świat). Com a contemporaneidade, foram surgindo outros modelos e o payanki tornou-se um objeto cultural polonês.

O Payanki que criei retrata a fé, através de 365 rosas, uma para cada dia do ano, imagens em forma de Babuszki com o Sagrado Coração de Jesus e de Maria, rosários coloridos intercalados entre fitas florais que sustentam 03 sagrados corações, um ao centro e dois nas pontas com a inscrição Pokój (Paz) e Miłość (Amor).

A obra tridimensional enaltece a cultura e a devoção polonesa trazida pelos imigrantes ao Estado do Paraná. 








sábado, 21 de maio de 2016

"ESLAVOS NO MUSEU PARANAENSE" - 14a. Semana Nacional de Museus

"Eslavos no Museu Paranaense"
Obra em acrílica s/tela
60x60 cm.

O trabalho compõe a mostra de arte "Sonhando com o Paraná" com curadoria de Carlos Zemek, e faz parte da 14a. Semana Nacional de Museus.

De 16 a 22 de maio acontece a 14ª Semana Nacional de Museus com o tema: “Museus e Paisagens Culturais”, temporada cultural promovida pelo Ibram em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio). 
Nessa edição, 1.236 museus de todo o país oferecem ao público 3.700 atividades especiais, como visitas mediadas, exposições, palestras, oficinas, exibição de filmes e muito mais.
Na última terça-feira 17/05, inaugurou  no auditório Loureiro Fernandes do Museu Paranaense, a  Exposição “Sonhando com o Paraná”, com curadoria de Carlos Zemek.
A mostra coletiva faz parte da agenda do Museu e reuni pintura, poesia e arte digital, permanecendo até 17 de julho de 2016.

SERVIÇO
Exposição “Sonhando com o Paraná” no Museu Paranaense - Auditório Loureiro Fernandes
Período expositivo: até 17 de julho de 2016
Entrada franca
Museu Paranaense
Rua Kellers, 289 – São Francisco. Curitiba-PR
Mais informações: (41) 3304-3300
www.museuparanaense.pr.gov.br




MATRYOSZKA "MARIA DO INGÁ" - LENDA E MÚSICA

Matryoszka "Maria do Ingá"
Acrílica s/tela - 60x60 cm.

LENDA DA CABOCLA MARIA DO INGÁ

Das secas que assolaram a costa nordestina brasileira no século XX, a de 1932 foi a mais causticante segundo autores que escreveram sobre esse fenômeno.


De lá surge a lenda do nome da cidade Canção, no noroeste paranaense.

A história de Maria do Ingá, uma bela cabocla, queimada do sol, dona de uma beleza encantadora, de corpo bem feito, pele morena, olhos mel e cabelos negros presos em uma rosa.  Maria era cabocla trabalhadeira e morava num pequeno vilarejo da cidade de Pombal, interior da Paraíba, numa ruazinha coberta por ingazeiros. Quando passava para labutar, fascinava a todos inspirando ardentes paixões.
Devido à grande seca nordestina, Maria do Ingá tornou-se retirante e partiu.

Surgiu então a canção com o nome de "Maringá", dando origem a Canção "Maringá, Maringá”, que por volta de 1935, estourava nas paradas de sucesso.
 Maringá oriunda da combinação de palavras dos nomes Maria e Ingá, do compositor Joubert de Carvalho, importante personagem da Música Popular Brasileira (1900-1977) que em homenagem, retratou muito bem a linda cabocla.

Geralmente o povoado que surgia ganhava o nome do rio, córrego ou ribeirão daquela localidade, e foi o que aconteceu. O Ribeirão Maringá deu nome à esta importante cidade do noroeste paranaense.  O nome Maringá tornou-se muito popular e popularizou a muitos, até crianças foram registradas com o nome de Maringá.


Imagem/Divulgação: Jornal Metro


MARINGÁ, MARINGÁ (Canção) 

Letra e Música de Joubert de Carvalho


Foi numa léva
Que a cabocla Maringá

Ficou sendo a retirante
Que mais dava o que falá.

E junto dela
Veio alguém que suplicou
Prá que nunca se esquecesse
De um caboclo que ficou
Antigamente
Uma alegria sem igual
Dominava aquela gente
Da cidade de Pombal

Mas veio a sêca
Toda chuva foi-se embora
Só restando então as águas
Dos meus óio quando chora

Estribilho:
Maringá, Maringá,
Depois que tu partiste,
Tudo aqui ficou tão triste,
Que eu garrei a maginá.

Maringá, Maringá
Para havê felicidade,
É preciso que a saudade
Vá batê noutro lugá.

Maringá, Maringá
Volta aqui pro meu sertão
Pra de novo o coração
De um caboclo assossegá.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Revista ONE - 17a. Edição

O Jacobina Bar, recebeu na noite dos 323 anos da cidade de Curitiba, o lançamento da 17ª. edição da Revista ONE.
A confraternização entre amigos e convidados formaram uma platéia simpática e feliz entre os artistas, modelos e demais profissionais que foram gentilmente convidados pela Editora Chefe Glória Bertin para compor as páginas da nobre revista sobre as lentes do Diretor de Fotografia Lex Kozlik e os belos textos da Jornalista Responsável Rayssa Baú.

Rua Comendador Lustoza de Andrade, 489 - Bom Retiro - Curitiba/ PR41 3013-0131 / 41 3266-2826
contato@onecuritiba.com.br
Publisher
Jeni Baggio
Editora Chefe
Glória Bertin - MTB 25866 PR
Direção de Arte
Paulo Schiavon
Redação
Rayssa Baú
Rômulo Zanotto
Jornalista Responsável
Rayssa Baú
MTB 10128 PR
Direção de Fotografia
Lex Kozlik
Departamento Comercial
Silmara Camargo
silmara@onecuritiba.com.br
Denise de Souza Netto
denise@onecuritiba.com.br
Direção de Mídias Digitais
Projetual Comunicação





KLIMT EM MATRYOSZKAS

Nova série iniciada em fevereiro de 2016, onde busco homenagear as mulheres inspiradoras de Gustav Klimt (1862-1918), artista austríaco que se consagrou na arte decorativa e nos retratos femininos através de uma pintura ornamental do estilo art noveau.
As Mulheres retratadas por Klimt, serviram para minha inspiração onde interfiro sob minha leitura, pintando-as na forma de Matryoszkas.


"Matryoszka Dama Dourada"
Retrato de Adele Bloch-Bauer
Acrílica s/tela
50x40 cm.


"Matryoszka Emilie Flöge"
Retrato de Emilie Flöge
Acrílica s/tela
50x40 cm.



"Matryoszka, a Espera"
Fragmento da obra que inclui a Árvore da Vida e o Cumprimento.
Acrílica s/tela
50x40 cm.


quarta-feira, 9 de março de 2016

VASO DA AMIZADE - FRIDA BABUSZKA

300 amizades em 300 vasos
Mais um Projeto Cultural envolve criado pelo workaholic em artes Hugo Umberto Carmesin. Artistas, designers, arquitetos... todos juntos nesta ação para o projeto Leituras do amanhã.
“Seguindo a mesma idéia que já fiz em 2014, onde 100 artistas de Curitiba e região receberam um banquinho cru para customizar, onde todo o dinheiro arrecadado fora utilizado para ajudar duas instituições que lidam com crianças pequenas, este ano, reunimos artistas, designers e arquitetos, para a ação "vaso da amizade" onde cada um recebeu um vaso branco, igual ao de todos, e cada ira fazer sua arte nele. Dando seqüência a essa ação, estamos fazendo um catalogo, com todos os vasos participantes da ação. Toda a renda da venda dos vasos este ano será revertida ao projeto "leituras do amanhã”. Desta vez nossa ação contará com 300 participantes, o que irá gerar uma grande coleção”!revela Hugo Umberto.

Participe e contribua para a realização deste projeto Cultural.
Conheça mais e acesse o link:
https://www.catarse.me/project_24217?ref=ctrse_explore

AGENDA HISTÓRICA E ARTÍSTICA - CENTENÁRIO DO TURISMO PARANAENSE 1916-2016

Fotografia: Jeferson Franco

Centenário do Turismo Paranaense (1916-2016)
Produção histórica e artística celebra os 100 anos do Turismo Paranaense
Quando transcorridos 100 anos da visita de Santos Dumont à Terra das Cataratas (1916-2016) cuja paisagem o deslumbrou a ponto de tornar-se “embaixador” da causa para transformação da área em parque, o que veio a se concretizar alguns anos mais tarde com a criação do Parque Nacional do Iguaçu comemoramos com a publicação da Agenda do Centenário do Turismo Paranaense, que se traduz na expressão artística da efeméride.
Inserida nas comemorações, a Agenda do Centenário divulga as atrações turísticas e as peculiaridades do Paraná, como suas paisagens fantásticas, riqueza cultural, traduzidas em gastronomia, festivais e festas populares.
De maneira inédita as Regiões Turísticas são representadas sob a interpretação do artista paranaense – Eloir Jr. que transpõe para as telas toda a sua sensibilidade e amor pelo Paraná.
Tal iniciativa foi prontamente acolhida com o patrocínio do SESC-FECOMÉRCIO na pessoa do seu presidente Darci Piana – emérito amigo do turismo paranaense, que em uma parceria inédita viabilizou nossos esforços.
A agenda é extensiva a todos os setores do empresariado do comércio de bens, serviços de turismo, constituindo-se em uma celebração criativa, folclórica, valorizando a memória e recheada de curiosidades.
Uma jóia de grande utilidade para a educação e a cultura turística, no decorrer do ano bissexto de 2016 – ano do Centenário do Turismo Paranaense que terá o ponto alto no dia 27 de Maio – Dia Estadual do Turismo.
Prof. Manoel Jacó Garcia Gimenes – Presidente da Paraná Turismo
Dep. Estadual Douglas Fabrício – Secretário de Estado do Esporte e do Turismo
Empresário João Jacob Mehl – Vice-presidente do Conselho Paranaense de Turismo-CEPATUR

Coordenação do Projeto Centenário do Turismo Paranaense – Marilda Elizabeth Gadotti
Designer Gráfico – Julia Yukari
Criação do Selo do Centenário do Turismo Paranaense – Daniel Zunsztern
Fotos: Ivo Lima e Bruno Tadashi

Foto: Jeferson Franco
Prof. Manoel Jacó Garcia Gimenes-Presidente da Paraná Turismo, Eloir Jr. e Marilda Elizabeth Gadotti-Coordenadora do Projeto do Centenário do Turismo Paranaense


O Artista e a Obra
Eloir Jr., artista plástico curitibano, cujo trabalho alegre e colorido resgata as memórias culturais trazidas pelas etnias européias que imigraram e colonizaram a terra. Inspirando-se no folclore polonês, ucraniano, português, italiano entre outros, evidenciando ainda a convivência harmoniosa das etnias que fazem parte de sua terra natal, a Terra de Todas as Gentes.
Identificando-se com a linguagem naïf que traduz a expressão ingênua da cultura, hábitos e costumes em harmonia com ícones paranistas como gralha azul, araucárias e pinhões, Eloir Jr. aceitou de imediato o tema proposto e abraçando o desafio, de maneira inédita, fez com que as Regiões Turísticas fossem representadas sob sua inspirada interpretação, transpondo para as telas muito de sua sensibilidade e todo o paranismo que lhe é inato.
Mergulhando no tema, como hábil artesão, tece filigranas, delineando rotas e caminhos, prospectando paisagens, resgatando a história, perpetuando devoções, colorindo sabores, formatando assim os atrativos em forma de ícones e como mosaicos, as Regiões Turísticas se amalgamam e se completam fazendo o Paraná Turístico explodir em cores.

Marilda Elizabeth Gadotti
 Coordenadora do Projeto Centenário do Turismo Paranaense  


Ilustrações de Janeiro a Dezembro de 2016
Regiões Turísticas do Paraná

PÊSSANKA ODARKA E KARAS, UMA ÓPERA UCRANIANA



Pêssanka Odarka e Karas
22 cm.

Opera na Ucrânia
A nostalgia dos cossacos e seu retorno a sua pátria são descritos em uma ópera de Semen Gulak-Aremovski (1813-1873) "A Zaporozhian Beyond the  Danube” a composição narra o dueto entre o cossaco Ivan Karas e sua esposa Odarka. É considerada como a primeira ópera escrita na língua ucraniana. Na Ucrânia, a ópera é chamada Запорожець за Дунаєм - transliterado do cirílico como Zaporozhets za Dunajem.

A ópera encenada apresenta trajes coloridos da era cossaco. O enredo trata de um período da história quando, no século 18, da Kozak emigraram em massa do Império Russo e estabeleceu-se na atual Romênia no vale do Danúbio pelo rio Danúbio (Donau).

O cossaco Karas voltou para casa depois de uma noite de bebedeira. Ele é encontrado por sua esposa Odarka e uma cena se desenvolve.

Odarka quer saber onde seu marido foi e o acusa de mentir para ela. Karas tenta sair e se explicar de uma situação ruim, para acalmar sua esposa. Odarka ameaça deixá-lo e viver de forma independente. Karas implora para ela ficar e promete ser bom.
Odarka e Karas expressam suas frustrações um com o outro.

No final, um há um tipo de trégua entre o casal.

Ópera e música clássica são parte da cultura popular na Ucrânia. Algumas das canções ucranianas mais populares e melodias foram imortalizadas na ópera, música clássica e folclórica.
Quando os ucranianos se reúnem em qualquer lugar do mundo, haverá inevitavelmente um grupo de cantores que vão começar a cantar. Se o grupo é realmente entusiasmado, eles vão levar os outros a bater palmas ou cantar refrões da canção.
Qualquer casamento, aniversário ou aniversário celebração pode atestar a este amor de cantar por pessoas da Ucrânia.
Hoje o casal Odarka e Karas são imortalizados em obras de arte, pêssankas e bibelots, muito típicos na Ucrânia.  

Pêssanka Odarka e Karas

A ARTE MILENAR UCRANIANA EM EXPOSIÇÃO NO RECIFE-PE





sexta-feira, 16 de outubro de 2015

OUTUBRO ROSA - "POR UMA VIDA EM FORMA DE LAÇO"


 "Vinotchok Rosa da Serenidade"
Mista S/tela - 110x90 cm.

Obra criada em prol do Outubro Rosa, em exposição até 31/10/2015 no Espaço Cultural do Shopping Jardim das Américas.



domingo, 13 de setembro de 2015

MOÇA UCRANIANA DO PARANÁ EM ABAPORU

Obra: "Moça Ucraniana do Paraná em Abaporu"
Acrilica s/tela - 60x50 cm.

Durante as comemorações do 24o. aniversário da Independência da Ucrânia em 24/08/2015 no Palácio Iguaçu em Curitiba-PR, pude prestigiar o Embaixador e a Embaixatriz da Ucrânia no Brasil, Sr. Rostyslav Tronenko e Senhora Fabiana Tronenko que receberam em mãos meu quadro intitulado “Moça Ucraniana do Paraná em Abaporu”. 

Obra representativa e exclusiva ao aniversário da Independência da Ucrânia. 

Na obra destaco o símbolo da arte modernista brasileira através da representação do Abaporu (Obra criada por Tarsila do Amaral) vestindo traje típico feminino num cenário paranista, com gralha azul, pinha e pinhões, araucárias e o memorial da imigração ucraniana em Curitiba. 


Leia a matéria completa no link abaixo:


http://sztukacuritiba.blogspot.com.br/2015/08/ucrania-comemora-dia-da-independencia.html

ARTE UCRANIANA BRASILEIRA

"Queridos amigos, 
Sei que a maioria de vocês conhecem esse artista plástico maravilhoso que transforma a arte seguindo o seu coração e talento. 
Na foto podemos observar um lindo quadro que Eloir juntamente com sua adorável esposa que também é uma brilhante artista ofereceram aos embaixadores intitulado “Moça Ucraniana do Paraná em Abaporu", e Eloir destaca o Símbolo da arte modernista brasileira através da representação do Abaporu (Obra criada por Tarsila do Amaral) vestindo traje típico ucraniano num cenário paranista, com gralha azul, pinha, pinhões, araucárias e o memorial da imigração ucraniana em Curitiba. 
Eloir é um orgulho para os ucranianos do Paraná e do Brasil na arte moderna", relata a Embaixatriz da Ucrânia no Brasil, Sra. Fabiana Tronenko. 



segunda-feira, 27 de abril de 2015

ENTREVISTA CONCEDIDA A REVISTA KALUNGA SOBRE PÊSSANKAS


Entrevista que concedi sobre a Arte Milenar das PÊSSANKAS à jornalista Margarete Azevedo da Revista Kalunga. Disponível em revista nas Lojas Kalunga de todo o País e virtual através do link abaixo:

terça-feira, 17 de março de 2015

2a. EXPOSIÇÃO NACIONAL DE ARTE SOBRE CAIXA DE FÓSFOROS


Meus trabalhos criados para 2a. Exposição Nacional de Arte sobre Caixa de Fósforos na Casa do Povoador em Piracicaba-SP.


Matryoszka do Sagrado Coração de Maria

Matryoszka Nossa Senhora de Aparecida

Matryoszka Nossa Senhora Desatadora de Nós

Matryoszka Santa Rita de Cássia

Matryoszka Santa Terezinha das Rosas

Paraná-Berço das Etnias

Paraná-Berço das Etnias
acrílica s/tela-50x70 cm.

"Saudades da Ucrânia"

"Saudades da Ucrânia"
Acrílica s/tela - 90x70 cm.

Trem da etnias

Trem da etnias
Acrílica s/tela 50x70 cm.

"Lembrança Eslava"

"Lembrança Eslava"
Acrílica s/tela - 50x40 cm.

Bordadeira Eslava

Bordadeira Eslava
Acrílica s/tela - 70x50 cm.

Coreto Polonês

Coreto Polonês
Acrílica s/tela 70x50 cm.

"Bapka-Chá das Vovós"

"Bapka-Chá das Vovós"
Acrílica s/tela - 50x40 cm.

A Justiça das Etnias

A Justiça das Etnias
Obra incorporada ao livro dos 75 anos OAB-PR

Anistia Polaca

Anistia Polaca
Obra incorporada ao Livro dos 75 Anos OAB-PR

OLHAR POLACO

OLHAR POLACO
Acrílica s/tela - 50x60 cm. - 2009 Obra do selo postal nacional em homenagem ao cinqüentenário de Brasília.

CARTELA DO SELO POSTAL NACIONAL

CARTELA DO SELO POSTAL NACIONAL
Cinqüentenário de Brasília